Bélgica ironiza caso Balogun e goza com dança à Donald Trump após golo (VIDEO)

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Os jogadores da Bélgica não perderam a oportunidade de transformar a polémica do ‘caso Balogun’ numa celebração memorável, ao imitarem a famosa dança de Donald Trump mesmo em frente aos norte-americanos. Depois de um dia incendiado por reações à anulação do cartão vermelho ao avançado Balogun, decisão tomada pela FIFA, a seleção belga respondeu dentro das quatro linhas com humor e um toque de provocação.

No encontro frente aos Estados Unidos, foi Romelu Lukaku quem selou o resultado ao apontar o quarto golo para a Bélgica já nos descontos, aos 90'+3. O momento decisivo foi rapidamente transformado em espetáculo: os futebolistas belgas correram para junto da bandeirola de canto e, perante os olhares atentos dos adversários e dos adeptos, celebraram à ‘Donald Trump’, reproduzindo os movimentos característicos do presidente norte-americano, conhecidos sobretudo das suas aparições em comícios republicanos.

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A coreografia não passou despercebida, gerando reações imediatas nas redes sociais e nas bancadas. Esta celebração peculiar surge no rescaldo da decisão polémica da FIFA, que anulou o cartão vermelho mostrado a Balogun, avançado dos EUA, decisão que suscitou críticas ferozes e acusações de favorecimento. A indignação foi tal que até o próprio Donald Trump comentou o caso, afirmando: «Nunca vi nada assim. Não foi falta», acrescentando que chegou a falar com Gianni Infantino para pedir uma “revisão” do lance. Também se fizeram ouvir vozes mais duras, como a que declarou: «Infantino deveria ter vergonha».

A escolha dos jogadores belgas em responder com ironia ao caso Balogun, através da imitação do presidente dos Estados Unidos, foi vista por muitos como uma forma de expor o absurdo de toda a situação e de sublinhar o seu desagrado em relação às decisões que influenciaram o jogo. O gesto, amplamente partilhado nas redes sociais, foi descrito como “elite shithousery”, destacando o sentido de provocação e irreverência da seleção belga.

Com este episódio, os belgas deixam claro que não esquecem facilmente as decisões controversas nem perdem o apetite por fazer história fora e dentro do campo, usando o humor como arma de resposta às polémicas que marcam o futebol internacional.

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