Bukayo Saka e Jordan Pickford entre os melhores na seleção inglesa em 2026

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Bukayo Saka, Jordan Pickford, Djed Spence e Jude Bellingham destacaram-se como os melhores jogadores da selecção inglesa no Mundial de 2026, numa campanha que culminou num terceiro lugar histórico. A equipa, composta por 24 jogadores que participaram no torneio, teve prestações individuais que merecem ser analisadas em detalhe.

Entre os guarda-redes, Jordan Pickford foi fundamental com várias defesas cruciais, incluindo uma brilhante intervenção frente a Nicolas González na meia-final, ainda que Jude Bellingham tenha criticado a sua resposta ao golo de Enzo Fernández da Argentina. Dean Henderson só atuou no jogo do terceiro lugar, onde sofreu quatro golos, mas mostrou qualidade suficiente para aspirar a disputar a titularidade nos próximos dois anos.

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Na defesa, Djed Spence tornou-se uma figura inesperada, tanto pela sua entrega em campo como por momentos polémicos, como ter recusado o aperto de mão de Thomas Partey. Marc Guéhi destacou-se como o mais consistente, especialmente na forma como anulou Erling Haaland, enquanto John Stones melhorou substancialmente após um início complicado. Ezri Konsa mostrou-se sólido, especialmente ao adaptar-se à posição de lateral-direito, enquanto Dan Burn ficará na memória pelos seus cortes decisivos e cabeceamentos que afastaram o perigo. Nico O’Reilly teve momentos muito bons, sobretudo contra a Noruega, mas ficou frustrado por não ter marcado.

No meio-campo, Jude Bellingham foi o verdadeiro motor da equipa, exibindo uma qualidade suprema e um compromisso total, apesar das tensões com o treinador Thomas Tuchel. Elliot Anderson também cresceu ao longo do torneio, demonstrando muita garra contra Noruega e Argentina. Morgan Rogers aproveitou bem o tempo limitado em campo, com destaque para a assistência a Anthony Gordon. Declan Rice evidenciou alguma limitação devido a problemas físicos, mas manteve a sua entrega habitual. Eberechi Eze teve um impacto discreto, enquanto Jordan Henderson marcou presença histórica ao participar no seu sétimo torneio principal, mesmo que tenha sofrido uma lesão ao festejar.

No ataque, Bukayo Saka brilhou com três golos e três assistências, mesmo a jogar condicionado por uma lesão no tendão de Aquiles, evidenciando uma coragem notável. Anthony Gordon respondeu às críticas com uma exibição de alto nível, justificando o interesse do Barcelona. Harry Kane teve momentos decisivos, salvando a equipa contra a República Democrática do Congo, mas foi discreto no jogo contra a Argentina. Marcus Rashford começou bem, mas desapareceu progressivamente do radar da equipa, enquanto Ivan Toney e Ollie Watkins tiveram oportunidades limitadas e pouco impactantes. Noni Madueke mostrou potencial, mas falta-lhe ainda maior eficácia ao mais alto nível.

Estas avaliações individuais reflectem a complexa dinâmica da equipa inglesa, que, apesar de alguns altos e baixos, conseguiu garantir um lugar de destaque no Mundial. O futuro próximo promete ser de grande luta pela titularidade, com jovens talentos a quererem afirmar-se e veteranos a defenderem o seu lugar, numa equipa que deverá continuar a ser observada com grande atenção.

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