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TÉNIS · 3 min de leitura

Emma Raducanu adia regresso ao US Open devido a lesão grave

Emma Raducanu adia regresso ao US Open devido a lesão grave

Emma Raducanu enfrenta mais um mês afastada das competições devido a lesão, comprometendo a sua preparação para o US Open. A tenista britânica, antiga número 10 do mundo, não consta nas listas de entrada dos torneios WTA 1000 do Canadá e Cincinnati, ambos essenciais para a preparação da norte-americana em piso rápido.

Raducanu, atualmente no 37.º lugar do ranking WTA, tinha garantida a presença no quadro principal destes dois eventos, mas optou por não participar, prolongando assim o seu tempo longe das competições. A jogadora sofreu uma fractura por stress na perna direita durante a temporada em relva, o que a obrigou a retirar-se do torneio de Nottingham e do próprio Wimbledon, deixando os adeptos britânicos sem a sua principal representante feminina.

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A lesão interrompe mais uma vez a carreira de Raducanu, que desde a sua impressionante vitória no US Open, onde venceu 10 encontros consecutivos desde a fase de qualificação sem ceder qualquer set, tem lutado para manter uma forma consistente. A sua última presença em court foi a 14 de junho, na final do Queen’s Club Championships, onde perdeu diante de Donna Vekic. Desde então, o seu regresso previsto para a temporada norte-americana de piso rápido foi adiado.

Com a ausência nos torneios do Canadá e Cincinnati, Raducanu poderá chegar ao US Open sem ritmo competitivo e sem pontos suficientes para garantir um lugar entre as cabeças-de-série. A sua última vitória em piso rápido data de março, no Indian Wells, e o calendário competitivo pouco oferece para um regresso gradual antes do último Grand Slam do ano. O Monterrey Open, um WTA 500 realizado uma semana antes do US Open, poderá ser a única hipótese para retomar o ritmo, caso a tenista opte por participar.

A situação preocupa, pois a ausência prolongada pode fazer Raducanu cair para fora do top 50 mundial, o que complicaria ainda mais a sua participação no US Open. A britânica enfrenta agora um desafio duplo: recuperar fisicamente e reencontrar a forma que a levou ao topo do ténis mundial. O seu percurso nos próximos meses será decisivo para o futuro da sua carreira, enquanto os adeptos aguardam ansiosamente pelo seu regresso.

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